sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Mais um lixo!

Não sei se existe alguma alma pobre coitada que lê as porras que eu escrevo...
Esse blog só serve pra isso: Eu jogar meus lixos humanos imprestáveis, colocar pra fora tudo de ruim que tem dentro de mim e escrever coisas que, é provável que ninguém tenha paciência de ler ou sequer ouvir, quando é o caso de um infeliz ser escolhido pra ouvir minhas pitangas...

Mais uma novela da vida real... Ou devo dizer: virtual?

Passei vários meses num amor platônico ridículo... eu já sabia que era ridículo, mas ele me impulsinou quando precisei...

A porra da coisa toda, foi que eu não sabia que o "amor platônico" tem uma namorada há 2 anos!

Ele só me contou pq tava bêbado de mais pra conseguir enrolar ou mentir!

Quando soube disso, dei uns beijos nele e deixei ele dormir e esquecer!
Eu não esqueci, mas sem querer, ele acabou contando(gritando pra todos ouvirem, dentro daquele bar) que o outro que tava com a gente, tava a fim de mim e eu nem sabia!
Na real acho que sabia sim, mas como tava mais interessada no "amor platônico", acabei ignorando o fato do outro ter mais afinidade comigo!

Agora tô me sentindo esquisita... ainda tenho sentimentos por ele, mas não me permiti ama-lo.
Não quero arranca-lo da minha vida, pois ele me inspira de tal modo, que consegui compor minhas 2 melhores músicas desde que o conheci!

Ele é meu vento!

Se eu sou o fogo, ele é o ar que me alimenta...
(coisa mais podre isso que eu escrevi...)

Pior é que ele é mesmo... coicidentemente(ou não) o elemento dele é o ar e o meu é o fogo...

Mas o que me importa, é que voltei pra casa, depois de muitos problemas e aborrecimentos!
Voltei pra casa, mais vazia do que quando fui, do ponto de vista material, mas voltei com experiências interessantes e muita dor no meu coração...

Caso encerrado? Não! Ainda tenho muito caminho pela frente!
Sem muito o que dizer, o "amor platônico" vai continuar sendo platônico! Mas pelo menos eu dei uns pega de leve nele...



(Eu avisei que o que eu escrevo aqui é lixo!)

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

tempos de transformação...

Minha vida está numa total incruzilhada...

Por muito tempo, não me permiti ter sonhos... Mas de repente, meus sonhos despertaram!

Agora, ou meus sonhos se tornam realidade, ou eu acordo!

Não existe opção!

Se meus sonhos infantis, inatingíveis, intocáveis e impossíveis receberem uma resposta afirmativa, eu irei em frente e serei mais forte do que antes!

Se não receber... eu direi adeus!

Talvez seja a última vez que escreva meus lixos em português por aqui... Mas eu só saberei em 48h!

sábado, 4 de outubro de 2008

Sentimentos confusos...

Hoje eu gostaria de não pensar em tristeza, mas você vai vir, não é?
Te espero ansiosamente... Nunca me senti assim...
Será que vai dar tudo certo? ...Eu espero que sim.

Caso você venha, espero poder ficar contigo cada segundo!

Ahhh se eu pudesse estar aí... Eu queria tanto que tu me dissesses uma palavra, um pouquinho só... pra que pudesse aliviar minha angústia.

Querido de minha vida, que estar contigo! Fale comigo por favor!

Mais e mais minha ansiedade aumenta, a cada hora que passa e não dizes nada...

Vou dormir e esperar, que quando sonhar, possa te encontrar e mais que isso, possa encotrar tuas palavras assim que despertar!

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Ansiedade...

Ansiedade hoje me toma inteira a mente...
Queria poder saber o que se passa em teu coração...

Porque eu penso em ti? Qual razão faz com que eu tenha tanta ligação inexplicável contigo?

Hoje pensei em ti o dia inteiro... Quera não pensar, mas pensei!

Enquanto tu dormias eu em ti pensava...

Se existe alguma razão plausível para meus sentimentos por ti, me explique, por favor! Já não consigo não pensar, não sentir e não estar contigo enquanto você dorme... e já não consigo me afastar enquanto durmo...

Não! Não tentem entender isso... seria perda de tempo!
Eu também não entendo...

Será que tu me amas? Será que tu ao menos gostas de mim?
Sabe?... um tantinho assim...

Verdadeiramente meu... que assim seja!

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Espera

Hoje te esperei. Não lembrava mais como era esperar-te à porta.
Enquanto esperava-te, em meu íntimo aqueles pensamentos que às vezes não querem calar, que vêm à tona quando menos se espera, que não batem à porta quando querem entrar, me sobrevieram mais uma vez...
Teu olhar, teu rosto, tua vida, tua presença... Quem me dera ser alguém que tem o privilégio de ver-te todo dia! Que não fica com uma pequena migalha do teu olhar...
Penso não ter-te em meu coração agora, mas isso é porque não te vi.
Se tivesse visto, certamente, teria sentido de novo aquilo que nunca consegui explicar.
Se meu medo de ficar sozinha, tem a ver com isso que sei que vou sentir, eu já não sei mais!
Quando poderei me livrar disso? Lembranças me perseguem, mas não sinto nada... apenas medo!
Medo? Sim, medo! Medo de sentir de novo algo tão indomável quanto o que senti por ti uma vez!
Não sinto nada quando lembro-me. Mas quando lembro, sei que foi forte e intenso demais.
Não sinto nada. Nada a não ser medo. Medo da incerteza. Antes sentia medo de ficar sozinha, agora, sinto medo de ter-te novamente em meu coração.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Até mais, bonitinho!
Vá dormir e sonhar,
Pois, amanhã, quando acordar,
Poderás bem trabalhar
E o dia todo, comigo, acordado sonhar!

Autor:Eu, num surto lírico, inexplicável!


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segunda-feira, 21 de abril de 2008


Esta é a tradução de uma música, que chama-se "Godbye Days!", de Yui Yoshioka.(Motivo do nome deste Blog)

Eu a estou colocando aqui, porque eu não sabia o que ela dizia, quando muitas coisas me sobrevieram.
Fui encontrar-me com um rapaz, do qual era amiga fazia muitos meses.
Enquanto ia até a cidade dele, dentro do ônibus, planejava passar meu lado do fone de ouvido a ele, quando eu me encontrasse com ele. Planejei esta música, mas depois, resolvi que o destino resolveria que música eu escutaria junto com ele.
Chegando lá, ele teve problemas e acabou me encontrando, somente, no outro dia. Durante este período de espera, eu me perguntava, se ele, REALMENTE, me veria. Ao mesmo tempo, ficava preocupada em saber amá-lo, da maneira que ele merecia.
Quando, por fim, nos encontramos, essa música tocou, enquanto caminhávamos. Passei um lado do meu fone de ouvido para ele, para que ele a ouvisse.
Depois desse encontro que tivemos, nos desentendemos e agora, ele diz que me odeia! Embora todos vejam o oposto!
Não me arrependo de tê-lo conhecido, de ter ficado com ele... Mas tudo ficará na lembrança. Não como minha experiência mais quente, mas, certamente, como a mais amável e doce que já tive.

Leiam e arrepiem-se, tal como eu:


Dias de adeus!


É por isto que agora
Estou vindo para nos conhecermos.
É o que eu decidi.
A música no meu bolso
Eu quero que você a escute.
Aumentando o baixo volume
Para certificar-me que esteja adequado...

Oh dias de adeus, agora.
Sinto que irá mudar!
Até ontem, adeus.
É fora de moda,
mas permanecendo, gentilmente, ao meu lado,
é por isso,
lalalalala com você!

Te passo um lado do meu fone de ouvido.
lentamente, naquele momento
quando a música começa a fluir:
Será que tenho a habilidade necessária
Para te amar corretamente?
Às vezes ficarei perdida.

Oh dias de adeus, agora.
Está começando a mudar,
mas dentro do meu coração,
está tudo bem!
É fora de moda,
mas permanecendo, gentilmente, ao meu lado,
lalalalala com você!

Se eu pudesse,
não gostaria pensar em tristeza.
Mas você, realmente, vai aparecer, não é?
Nesta hora, com um sorriso:
Alô, meu amigo...
Como direi isto?
Tudo bem, mesmo se eu disser bem alto!

Quando eu estou murmurando a mesma canção,
Estar ao seu lado, eu desejo!
Estou feliz por ter te conhecido,
mas o seu tipo não é muito legal de gentileza...
lalalala Dias de adeus!

domingo, 20 de abril de 2008

Queria que o destino não houvesse me encarado.

Queria que você não estivesse certo a respeito disso.

Queria que as coisas não fossem do jeito que são.

As coisas simplesmente acontecem, sem ter uma razão.

Essa coisa de que tudo contribui para o que vem depois deve ser verdade...

Pois elas vão acontecendo e vão dando abertura ao que vê depois.

Se a Lua, o Sol ou o que mais for, ajudam ou atrapalha? Não sei!

Mas o que importa?

Tudo é um amontoado de coisas e acontecimentos, sem nenhuma razão aparente!

Talvez não seja... Mas quem pode saber? Eu, certamente, não!

Hoje fui até a janela e senti o vento frio sobre meu rosto. O ar estava úmido, a noite estava escura e não havia estrelas no céu.

Os questionamentos de minha mente desapareceram, por um instante e me senti bem.

Eu gostaria que a vida fosse assim, como o vento frio que senti no meu rosto e que me fez ter tantas boas sensações...

Hoje o destino me encarou.

Sim, você tinha razão quando disse que eu saberia quando ele fizesse isso.

Se a Lua, o Sol ou o que mais for, ajudou ou atrapalhou para que isso acontecesse? Ou se as coisas, simplesmente, foram acontecendo, até que chegaram aonde chegaram? Não sei!

Essa coisa de que tudo contribui para o que vem depois deve ser verdade...

Tudo parece acontecer sem uma razão, mas elas acontecem e dão lugar ao que vem depois...

Eu só queria que você não tivesse razão a respeito disso!

Queria não ter que lidar com isso.

Pois hoje, o destino me encarou. E bom seria, que eu não precisasse enfrenta-lo.